Neste projeto “1500 – várias vidas em uma história”, lemos vários textos informativos, poéticos e livros a respeito do modo de vida dos portugueses e dos índios, os espaços que viviam, a formação da sociedade, as atividades econômicas e sociais, suas diferenças e semelhanças na época de 1500 e informações de como foi o encontro entre esses dois povos para respondermos as nossas questões.
Usamos mapas da época de 1500 e mapas atuais para localizarmos a rota que Cabral fez até chegar ao Brasil e os lugares que fomos conversando: países, cidades, oceanos e continentes; usando os pontos cardeais e colaterais, conhecendo outros modos de orientar (bússola, sol, estrelas e lua).
Para sabermos como foi a viagem de Pedro Álvares de Cabral, lemos trechos da carta de Pero Vaz de Caminha, que nos ajudou a saber um pouco mais sobre como foi o encontro entre os índios e os portugueses.
William, amigo de nossa classe, fez uma viagem usando a rota inversa de Cabral, pois saiu do Brasil e foi a Portugal. William nos trouxe informações sobre sua viagem e imagens que contribuíram para nosso estudo.
Para conhecermos o funcionamento da bússola, fizemos experimentos no laboratório de ciências, localizando os pontos cardeais e construindo uma bússola.
Pesquisamos em diversos sites e vídeos mais informações a respeito das questões do nosso projeto, na informática registramos e desenhamos alguns conhecimentos.
Para conhecermos mais a respeito do modo de vida dos índios e reconhecer a presença de aspectos diversos da cultura indígena em nossa cultura, visitamos o Sítio do Sol, em Cabreúva onde conhecemos um grupo indígena da aldeia Guarani, com o qual passamos o dia.
Conhecemos as evidências indiretas que os antigos estudiosos tinham da forma da Terra e fizemos também essas experiências em menor escala.
A partir das informações sobre como era a viagem nas caravelas, vimos que muitos morriam por causa de uma doença chamada “escorbuto”, que era causada pela falta de vitamina C. Fomos ao laboratório de ciências verificar a presença de vitamina C em alguns alimentos e constatamos algumas funções que a vitamina C favorece no nosso organismo.
Respondemos as nossas questões e dúvidas. Lemos o livro Solta o Sabiá, da autora Ruth Rocha que apresenta outro encontro, como os índios foram tratados após a chegada dos portugueses, na época de 1680. Essa história é baseada em fatos reais, na cidade de São Paulo, que na época era chamada de Vila de Piratininga.
Nesta leitura observamos que houve um grande preconceito dos brancos com os índios, escravizavam os índios e com isso tinham mão de obra grátis nas suas expedições e fazendas, e ganhavam dinheiro vendendo os índios como escravos.
Ficamos surpresos com o que aprendemos sobre a escravidão indígena, mas reconhecemos a importância que os índios dão à liberdade das pessoas e da natureza.
Conhecemos vários aspectos da cultura indígena e portuguesa no nosso dia a dia e, para finalizar este projeto, decidimos fazer um lanche com alimentos de origem dessas culturas e um artesanato utilizando a cabaça, que era muito usada pelos indígenas para fazerem objetos e instrumentos.
Texto elaborado pelos alunos e professores
do 4º ano D - 2011
Usamos mapas da época de 1500 e mapas atuais para localizarmos a rota que Cabral fez até chegar ao Brasil e os lugares que fomos conversando: países, cidades, oceanos e continentes; usando os pontos cardeais e colaterais, conhecendo outros modos de orientar (bússola, sol, estrelas e lua).
Para sabermos como foi a viagem de Pedro Álvares de Cabral, lemos trechos da carta de Pero Vaz de Caminha, que nos ajudou a saber um pouco mais sobre como foi o encontro entre os índios e os portugueses.
William, amigo de nossa classe, fez uma viagem usando a rota inversa de Cabral, pois saiu do Brasil e foi a Portugal. William nos trouxe informações sobre sua viagem e imagens que contribuíram para nosso estudo.
Para conhecermos o funcionamento da bússola, fizemos experimentos no laboratório de ciências, localizando os pontos cardeais e construindo uma bússola.
Pesquisamos em diversos sites e vídeos mais informações a respeito das questões do nosso projeto, na informática registramos e desenhamos alguns conhecimentos.
Para conhecermos mais a respeito do modo de vida dos índios e reconhecer a presença de aspectos diversos da cultura indígena em nossa cultura, visitamos o Sítio do Sol, em Cabreúva onde conhecemos um grupo indígena da aldeia Guarani, com o qual passamos o dia.
Conhecemos as evidências indiretas que os antigos estudiosos tinham da forma da Terra e fizemos também essas experiências em menor escala.
A partir das informações sobre como era a viagem nas caravelas, vimos que muitos morriam por causa de uma doença chamada “escorbuto”, que era causada pela falta de vitamina C. Fomos ao laboratório de ciências verificar a presença de vitamina C em alguns alimentos e constatamos algumas funções que a vitamina C favorece no nosso organismo.
Respondemos as nossas questões e dúvidas. Lemos o livro Solta o Sabiá, da autora Ruth Rocha que apresenta outro encontro, como os índios foram tratados após a chegada dos portugueses, na época de 1680. Essa história é baseada em fatos reais, na cidade de São Paulo, que na época era chamada de Vila de Piratininga.
Nesta leitura observamos que houve um grande preconceito dos brancos com os índios, escravizavam os índios e com isso tinham mão de obra grátis nas suas expedições e fazendas, e ganhavam dinheiro vendendo os índios como escravos.
Ficamos surpresos com o que aprendemos sobre a escravidão indígena, mas reconhecemos a importância que os índios dão à liberdade das pessoas e da natureza.
Conhecemos vários aspectos da cultura indígena e portuguesa no nosso dia a dia e, para finalizar este projeto, decidimos fazer um lanche com alimentos de origem dessas culturas e um artesanato utilizando a cabaça, que era muito usada pelos indígenas para fazerem objetos e instrumentos.
Texto elaborado pelos alunos e professores
do 4º ano D - 2011